O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, localizado no pequeno município de São Miguel das Missões, no noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, é um conjunto de ruínas da antiga redução e um dos principais registros do período das missões jesuíticas dos guaranis.
O lugar sobrevive ao tempo. São mais de 400 anos de história marcadas em pedra e construções majestosas que permitem visualizar parte do trabalho de catequização dos padres da Companhia de Jesus com os indígenas. A partir de 1626, os nativos começaram a serem organizados pelos jesuítas em Missões ou Reduções, a fim de criar uma sociedade parecida com a existente na Européia Cristã.
Próximas de São Miguel Arcanjo estão as ruínas de outras três reduções: São Lourenço Mártir, São João Batista e São Nicolau que completam os Sete Povos ao lado de São Francisco de Borja, São Luís Gonzaga e Santo Ângelo Custódio. Quatro delas estão protegidas em sítios arqueológicos, sobre a responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN).
São Miguel Arcanjo foi reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade em 1983, pela UNESCO, sendo o principal atrativo turístico – cultural do Estado do Rio Grande do Sul. A Missão possui o estilo barroco, dominante na época, erguida em 1735, com blocos de arenito trazidos de uma distância de 20 km, e levou dez anos para ser concluída.
O Sítio de São Miguel foi inaugurado em 1937 e o Museu das Missões em 1940, as peças e os demais artefatos históricos do século XVIII eram coletados pelo zelador do IPHAN, Hugo Machado, com um decreto de Getúlio Vargas até a montagem do escritório técnico do IPHAN na região.
Ruínas de São Miguel Arcanjo
Nos últimos cinco anos de Governo Lula, o Ministério da Cultura repassou mais de 3 milhões de reais, de acordo com Luís Felício, técnico em arqueologia. Valores não somente para o Sítio de São Miguel, mas também para os Sítios de São Nicolau, São Lourenço e São João Batista.
- Não estamos falando de salário e nem de gastos referentes à luz elétrica, água ou até mesmo para a manutenção do escritório em si, mas de investimentos para consolidação das estruturas, pesquisas, levantamento de informações. – enumera Luís.
Em parceria com o Ministério da Cultura, um trabalho vem sendo desenvolvido especificamente no Sítio do São Miguel utilizando uma aparelhagem de geomagnetismo que possibilita a coleta de dados precisos sobre a real extensão da redução jesuítica. Além disso, os demais sítios tombados pela UNESCO, estão desenvolvendo um trabalho de ‘socialização’. Em São Lourenço e São João passarelas de metais estão sendo colocadas nas estruturas para que os visitantes possam ter um melhor deslocamento e, também, para uma maior conservação do local.
Em conjunto com a secretária de educação do município de São Miguel, o IPHAN – dividido em Escritório Técnico e Museus das Missões – começou, no início deste ano, uma ação educativa patrimonial. O objetivo é fazer com que o órgão do governo, as escolas da região e o próprio sítio interajam entre si.
- Buscamos uma conscientização e também um aproveitamento maior deste espaço. O projeto abre o sítio para que professores de Educação Física, História, Geografia, entre outros, possam usar este espaço físico. – explica o técnico em arqueologia.
O lugar sobrevive ao tempo. São mais de 400 anos de história marcadas em pedra e construções majestosas que permitem visualizar parte do trabalho de catequização dos padres da Companhia de Jesus com os indígenas. A partir de 1626, os nativos começaram a serem organizados pelos jesuítas em Missões ou Reduções, a fim de criar uma sociedade parecida com a existente na Européia Cristã.
Próximas de São Miguel Arcanjo estão as ruínas de outras três reduções: São Lourenço Mártir, São João Batista e São Nicolau que completam os Sete Povos ao lado de São Francisco de Borja, São Luís Gonzaga e Santo Ângelo Custódio. Quatro delas estão protegidas em sítios arqueológicos, sobre a responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN).
São Miguel Arcanjo foi reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade em 1983, pela UNESCO, sendo o principal atrativo turístico – cultural do Estado do Rio Grande do Sul. A Missão possui o estilo barroco, dominante na época, erguida em 1735, com blocos de arenito trazidos de uma distância de 20 km, e levou dez anos para ser concluída.
O Sítio de São Miguel foi inaugurado em 1937 e o Museu das Missões em 1940, as peças e os demais artefatos históricos do século XVIII eram coletados pelo zelador do IPHAN, Hugo Machado, com um decreto de Getúlio Vargas até a montagem do escritório técnico do IPHAN na região.
Ruínas de São Miguel Arcanjo
Nos últimos cinco anos de Governo Lula, o Ministério da Cultura repassou mais de 3 milhões de reais, de acordo com Luís Felício, técnico em arqueologia. Valores não somente para o Sítio de São Miguel, mas também para os Sítios de São Nicolau, São Lourenço e São João Batista.
- Não estamos falando de salário e nem de gastos referentes à luz elétrica, água ou até mesmo para a manutenção do escritório em si, mas de investimentos para consolidação das estruturas, pesquisas, levantamento de informações. – enumera Luís.
Em parceria com o Ministério da Cultura, um trabalho vem sendo desenvolvido especificamente no Sítio do São Miguel utilizando uma aparelhagem de geomagnetismo que possibilita a coleta de dados precisos sobre a real extensão da redução jesuítica. Além disso, os demais sítios tombados pela UNESCO, estão desenvolvendo um trabalho de ‘socialização’. Em São Lourenço e São João passarelas de metais estão sendo colocadas nas estruturas para que os visitantes possam ter um melhor deslocamento e, também, para uma maior conservação do local.
Em conjunto com a secretária de educação do município de São Miguel, o IPHAN – dividido em Escritório Técnico e Museus das Missões – começou, no início deste ano, uma ação educativa patrimonial. O objetivo é fazer com que o órgão do governo, as escolas da região e o próprio sítio interajam entre si.
- Buscamos uma conscientização e também um aproveitamento maior deste espaço. O projeto abre o sítio para que professores de Educação Física, História, Geografia, entre outros, possam usar este espaço físico. – explica o técnico em arqueologia.
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